Publicado por: horacionoronha | 24/11/2014

A Exortação do Papa Francisco partida aos bocadinhos

Evangelii Gaudium

A alegria não se vive da mesma maneira em todas as etapas e circunstâncias da vida

A tristeza é um sentimento humA alegria não se vive da mesma maneira em todas as etapas e circunstâncias da vidaano que, por vezes, temos que viver, conforme as circunstâncias, mas a alegria “sempre permanece pelo menos como um feixe de luz que nasce da certeza pessoal de, não obstante o contrário, sermos infinitamente amados”. A fé pode ser vivida como uma consolação, ou como uma convicção. Quando a consolação não existe, fica a convicção de sermos infinitamente amados por Deus.

“Há cristãos que parecem ter escolhido viver uma Quaresma sem Páscoa. Reconheço, porém, que a alegria não se vive da mesma maneira em todas as etapas e circunstâncias da vida, por vezes muito duras. Adapta-se e transforma-se, mas sempre permanece pelo menos como um feixe de luz que nasce da certeza pessoal de, não obstante o contrário, sermos infinitamente amados. Compreendo as pessoas que se vergam à tristeza por causa das graves dificuldades que têm de suportar, mas aos poucos é preciso permitir que a alegria da fé comece a despertar, como uma secreta mas firme confiança, mesmo no meio das piores angústias: «A paz foi desterrada da minha alma, já nem sei o que é a felicidade (…). Isto, porém, guardo no meu coração; por isso, mantenho a esperança. É que a misericórdia do Senhor não acaba, não se esgota a sua compaixão. Cada manhã ela se renova; é grande a tua fidelidade. (…) Bom é esperar em silêncio a salvação do Senhor» (Lm 3, 17.21-23.26)”.

(A Alegria do Evangelho, nº 6)

O Papa Francisco disse que a Igreja Católica rejeita a construção duma família com base em ideologias que ignoram a “complementaridade” de um pai e uma mãe na educação dos filhos.

“As crianças têm o direito de crescer numa família, com um pai e uma mãe, capazes de criar um ambiente idóneo para o seu desenvolvimento e o seu amadurecimento afetivo”, declarou.

A intervenção alertou para a “armadilha” de se qualificar a família a partir de conceitos de natureza ideológica, com um valor limitado do ponto de vista histórico e antropológico.

Publicado por: horacionoronha | 21/11/2014

Do outro lado da rua

Do outro lado da rua

Há mais de 25 anos que a Comunidade Vida e Paz, nascida num apartamento na Damaia, ajuda os mais carenciados, é o apoio daqueles que, muitas vezes, só conhecem a fome, a droga e a solidão.

Marta Atalaya, voluntária nesta Comunidade mostra, no livro “Do outro lado da rua”, que há sempre alguém a precisar de ajuda, mas também que, por vezes, somos transformados por aqueles a quem ajudamos. O livro recolhe 25 testemunhos de antigos sem abrigo e toxicodependentes, alcoólicos em recuperação e voluntários da Comunidade Vida e Paz, que é “uma espécie de império do bem”, no dizer de Ricardo Araújo Pereira.

As receitas da venda do livro são também uma ajuda á Comunidade.

Preço: 10 €. Pode ser pedido na Paróquia.

Publicado por: horacionoronha | 20/11/2014

A Exortação do Papa Francisco partida aos bocadinhos

Evangelii Gaudium

Renovar hoje mesmo o nosso encontro pessoal com Jesus Cristo

O Papa Francisco convida-nos a “renovar hoje mesmo o nosso encontro pessoal com Jesus Cristo ou, pelo menos a tomar a decisão de nos deixarmos encontrar por Ele”. Grande desafio!

“Convido todo o cristão, em qualquer lugar e situação que se encontre, a renovar hoje mesmo o seu encontro pessoal com Jesus Cristo ou, pelo menos, a tomar a decisão de se deixar encontrar por Ele, de O procurar dia a dia sem cessar. Não há motivo para alguém poder pensar que este convite não lhe diz respeito, já que «da alegria trazida pelo Senhor ninguém é excluído». Quem arrisca, o Senhor não o desilude; e, quando alguém dá um pequeno passo em direção a Jesus, descobre que Ele já aguardava de braços abertos a sua chegada. Este é o momento para dizer a Jesus Cristo: «Senhor, deixei-me enganar, de mil maneiras fugi do vosso amor, mas aqui estou novamente para renovar a minha aliança convosco. Preciso de Vós. Resgatai-me de novo, Senhor; aceitai-me mais uma vez nos vossos braços redentores». Como nos faz bem voltar para Ele, quando nos perdemos! Insisto uma vez mais: Deus nunca Se cansa de perdoar, somos nós que nos cansamos de pedir a sua misericórdia. Aquele que nos convidou a perdoar «setenta vezes sete» (Mt 18, 22) dá-nos o exemplo: Ele perdoa setenta vezes sete. Volta uma vez e outra a carregar-nos aos seus ombros. Ninguém nos pode tirar a dignidade que este amor infinito e inabalável nos confere. Ele permite-nos levantar a cabeça e recomeçar, com uma ternura que nunca nos defrauda e sempre nos pode restituir a alegria. Não fujamos da ressurreição de Jesus; nunca nos demos por mortos, suceda o que suceder. Que nada possa mais do que a sua vida que nos impele para diante!” (“A Alegria do Evangelho”, nº 3)

Publicado por: horacionoronha | 20/11/2014

Eu pedi a Deus…

Eu pedi a Deus

Eu pedi força…
Deus me deu dificuldades para me fazer forte.
Eu pedi sabedoria…
Deus me deu problemas para resolver.
Eu pedi prosperidade…
Deus me deu cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem…
Deus me deu perigos para superar.
Eu pedi amor…
Deus me deu pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores…
Deus me deu oportunidades.

Eu não recebi nada do que pedi…
Mas eu recebi tudo de que precisava.

Publicado por: horacionoronha | 15/11/2014

A Exortação do Papa Francisco partida aos bocadinhos

Evangelii Gaudium

Alegria que se renova e comunica

Neste documento de cerca de 200 páginas (conforme as edições), a palavra “alegria” aparece 95 vezes. A alegria é uma caraterística do nosso Papa Francisco e se ele insiste tanto nela, é certamente porque é importante e faz falta na nossa vida de todos os dias. De contrário, cai-se na “tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho”. Vamos aprender com o Papa o verdadeiro sentido da alegria em mais um bocadinho da sua Exortação.

“O grande risco do mundo atual, com sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é uma tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada. Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros, já não entram os pobres, já não se ouve a voz de Deus, já não se goza da doce alegria do seu amor, nem fervilha o entusiasmo de fazer o bem. Este é um risco, certo e permanente, que correm também os crentes. Muitos caem nele, transformando-se em pessoas ressentidas, queixosas, sem vida. Esta não é a escolha duma vida digna e plena, este não é o desígnio que Deus tem para nós, esta não é a vida no Espírito que jorra do coração de Cristo ressuscitado”. (Nº 2)

Publicado por: horacionoronha | 15/11/2014

Aprender

Aprender             

“Os ignorantes, que acham que sabem tudo, privam-se de um dos maiores prazeres da vida: APRENDER”

Publicado por: horacionoronha | 15/11/2014

Semana dos Seminários

Semana-dos-Seminários-2014

Publicado por: horacionoronha | 15/11/2014

Papa Francisco faz discurso em defesa da vida

Papa rejeita aborto e eutanásia, sinais de «falsa compaixão» pelo ser humano.

(Lusa)
O Papa disse hoje no Vaticano que o aborto, a eutanásia e a “produção” de filhos mostram uma “falsa compaixão” que põe em causa a dignidade da pessoa, pedindo que nenhum ser humana seja uma “cobaia”.

“O pensamento dominante propõe, por vezes, uma falsa compaixão, a que considera como ajuda à mulher favorecer o aborto, como um ato de dignidade procurar a eutanásia ou como conquiesta científica ‘produzir’ um filho”, disse, num discurso proferido durante a audiência que concedeu à Associação de Médicos Católicos Italianos.

Francisco criticou também a utilização de vidas humanas “como cobaias de laboratório para, supostamente, salvar outras”.

Evangelii Gaudium

Pela importância deste documento do Papa Francisco, pela influência que está a ter na Igreja e no mundo, vale a pena conhecê-lo, meditá-lo e recolher as conclusões sempre úteis para a nossa vida pessoal e comunitária. Iremos publicando, aos bocadinhos, as partes mais significativas deste documento, esperando assim contribuir para a sua divulgação.

“A ALEGRIA DO EVANGELHO enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria. Quero, com esta Exortação, dirigir-me aos fiéis cristãos a fim de os convidar para uma nova etapa evangelizadora marcada por esta alegria e indicar caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos” (nº 1).

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