Na abertura da semana nacional da Cáritas, D. Gilberto Reis convida católicos a superar «indiferença»

O bispo de Setúbal presidiu este domingo à Missa de abertura da semana nacional da Cáritas com uma reflexão sobre a importância de centrar a atividade política na dignidade humana e de superar os “muros de indiferença”

“É preciso criar leis mais justas e partidos apaixonados pela dignificação de cada pessoa; é preciso formar políticos empenhados no bem comum, é preciso conhecer, dar a conhecer e praticar o ensinamento social da Igreja”, disse D. Gilberto Reis, na homilia da celebração que decorreu na igreja paroquial da Sagrada Família, em Miratejo.

O prelado partiu do tema escolhido para esta semana nacional, ‘Num só coração, uma só família humana’, que diz estar de acordo com “o sonho de crentes e descrentes”, convidando os católicos a “romper com a indiferença que separa do outro” e cria “suspeita”.

“Se Deus é Pai e Criador de todos, então todos os homens são irmãos e chamados a ser uma só família. Esta é a razão última, donde brotam variadas tentativas, estratégias e anseios de fazer da humanidade uma só família”, assinalou.

Nesse sentido, o bispo de Setúbal apontou como origem de guerras e conflitos a “dificuldade de aceitar Deus como Pai”, o que leva à “indiferença de pessoas e povos diante do sofrimento alheio”, à marginalização, às “perseguições e ódios”.

“A dificuldade de construir a família humana vem da dificuldade de aceitar Deus como Pai e de aceitar os outros como irmãos ou como pessoas com a mesma dignidade; vem da dificuldade de destruir o pecado do egoísmo que isola de Deus, que faz a cada um de nós o centro do mundo e nos divide em ilhas”, observou.

O egoísmo, acrescentou D. Gilberto Reis, gera uma “incapacidade para compreender, admirar, acolher e integrar plenamente o pobre” e para partilhar, “mesmo aquilo que faz falta”.

Durante esta semana e, para além de conjunto de ações locais, a Semana nacional Cáritas, leva à rua o habitual Peditório Público que se vai realizar em diversas cidades e estabelecimentos comerciais entre esta quinta-feira e domingo.

Publicado por: mgracaa | 01/03/2015

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Publicado por: horacionoronha | 20/02/2015

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2015

-  «Fortalecei os vossos corações» (Tg5,8)

Amados irmãos e irmãs!

Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é  sobretudo um «tempo favorável» de graça (cf. 2  Cor6,2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo  tenha dado: «Nós amamos, porque Ele nos amou  primeiro»  (1 Jo4,19). Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós,  conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa  procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada  um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa connosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente  dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), não nos  interessam os seus problemas, nem as tribulações  e injustiças que sofrem; e, assim, o nosso coração  cai na indiferença: encontrando-me relativamente  bem e confortável, esqueço-me dos que não estão  bem! Hoje, esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial tal que podemos falar de uma globalização da indiferença. Trata-se de um  mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de  enfrentar.

Quando o povo de Deus se converte ao seu  amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios  mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta  Mensagem, é o da globalização da indiferença. Dado que a indiferença para com o próximo e  para com Deus é uma tentação real também para  nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada  Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz  para nos despertar. A  Deus  não  Lhe  é  indiferente  o  mundo,  mas  ama-o  até  ao  ponto  de  entregar  o  seu  Filho  pela  salvação de todo o homem. Na encarnação, na vida  terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus,  abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão  que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos,  do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor  (cf. Gl 5,6).  O  mundo,  porém,  tende  a  fechar-se  em si mesmo e a fechar a referida porta através da  qual Deus entra no mundo e o mundo n’Ele. Sendo  assim, a mão, que é a Igreja, não deve jamais surpreender-se, se se vir rejeitada, esmagada e ferida. Por isso, o povo de Deus tem necessidade de  renovação, para não cair na indiferença nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renovação,  gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação.

1. «Se um membro sofre, com ele sofrem todos os  membros» (1 Cor12,26) – A Igreja.

Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu  testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus,  que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que  é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo  que antes experimentámos. O cristão é aquele que  permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele,  servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-pés. Pedro não queria que Jesus lhe lavasse os pés, mas depois compreendeu que Jesus não pretendia apenas  exemplificar  como  devemos  lavar  os  pés  uns aos outros; este serviço, só o pode fazer quem,  primeiro, se deixou lavar os pés por Cristo. Só essa  pessoa «tem parte com Ele» (cf. Jo 13,8), podendo  assim servir o homem. A Quaresma é um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos  como  Ele.  Verifica-se  isto  quando  ouvimos  a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos,  nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que,  com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações; porque, quem é de Cristo, pertence  a um único corpo e, n’Ele, um não olha com indiferença o outro. «Assim, se um membro sofre,  com ele sofrem todos os membros; se um membro  é  honrado,  todos  os  membros  participam  da  sua  alegria» (1 Cor12,26). A Igreja é communio sanctorum, não só porque,  nela, tomam parte os Santos mas também porque é  comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que  nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons;  e, entre estes, há que incluir também a resposta de  quantos se deixam alcançar por tal amor. Nesta comunhão dos Santos e nesta participação nas coisas  santas, aquilo que cada um possui, não o reserva  só para si, mas tudo é para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo  mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não  poderíamos jamais, com as nossas simples forças,  alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para  que todos nos abramos à sua obra de salvação.

2. «Onde está o teu irmão?»   (Gn 4,9)– As paróquias e as comunidades

Tudo o que se disse a propósito da Igreja universal  é  necessário  agora  traduzi-lo  na  vida  das  paróquias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que  fazemos parte de um único corpo? Um corpo que,  simultaneamente, recebe e partilha aquilo que  Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais frágeis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal  pronto a comprometer-se lá longe no mundo, mas  que esquece o Lázaro sentado à sua porta fechada

(cf. Lc16,19-31)? Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos dá, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja visível em duas direções. Em primeiro lugar, unindo-nos à Igreja do Céu  na oração. Quando a Igreja terrena reza, instaura–se reciprocamente uma comunhão de serviços e  bens que chega até à presença de Deus. Juntamente  com os Santos, que encontraram a sua plenitude em  Deus, fazemos parte daquela comunhão onde a indiferença é vencida pelo amor. A Igreja do Céu não  é triunfante, porque deixou para trás as tribulações  do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes  pelo contrário, pois aos Santos é concedido já contemplar e rejubilar com o facto de terem vencido  definitivamente a indiferença, a dureza de coração  e  o  ódio,  graças  à  morte  e  ressurreição  de  Jesus.  E, enquanto esta vitória do amor não impregnar  todo o mundo, os Santos caminham connosco, que  ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria  no Céu pela vitória do amor crucificado não é plena  enquanto houver, na terra, um só homem que sofre e  geme, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da Igreja: «Muito  espero  não  ficar  inativa  no  Céu;  o meu desejo é continuar a trabalhar pela Igreja e pelas  almas»   (Carta254, de 14 de Julho de 1897).

Também nós participamos dos méritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no  nosso desejo de paz e reconciliação. Para nós, a sua  alegria pela vitória de Cristo ressuscitado é origem de  força para superar tantas formas de indiferença e dureza de coração.

Em  segundo  lugar,  cada  comunidade  cristã  é  chamada a atravessar o limiar que a põe em relação  com a sociedade circundante, com os pobres e com os  incrédulos. A Igreja é, por sua natureza, missionária,  não fechada em si mesma, mas enviada a todos os  homens. Esta  missão  é  o  paciente  testemunho  d’Aquele  que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A missão é aquilo que o amor não pode calar. A  Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a  cada homem, até aos confins da terra (cf.Act1,8). Assim podemos ver, no nosso próximo, o irmão e a irmã  pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo  que recebemos, recebemo-lo também para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irmãos possuem é um dom  para a Igreja e para a humanidade inteira.

Amados irmãos e irmãs, como desejo que os  lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas paróquias e as nossas comunidades, se  tornem ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença!

3. «Fortalecei os vossos corações»  (Tg 5,8)– Cada um dos fiéis

Também como indivíduos temos a tentação da  indiferença. Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento  humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa  incapacidade de intervir. Que fazer para não nos  deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência? Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos  a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda  a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e  14 de Março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração. Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com  gestos de caridade, tanto a quem vive próximo de  nós como a quem está longe, graças aos inúmeros  organismos caritativos da Igreja. A Quaresma é um tempo propício para mostrar este interesse pelo  outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas  concreto – da nossa participação na humanidade  que temos em comum.  E, em terceiro lugar, o sofrimento do próximo  constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha  vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos.

Se humildemente pedirmos a graça de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, então  confiaremos  nas  possibilidades  infinitas  que  tem  de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir à  tentação diabólica que nos leva a crer que podemos  salvar-nos e salvar o mundo sozinhos. Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos  para viverem este tempo de Quaresma como um  percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31).

Ter  um  coração  misericordioso  não  significa  ter  um  coração  débil.  Quem  quer  ser  misericordioso  precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um coração que se deixe  impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do  amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo,  um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro. Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: «Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração  semelhante ao vosso» (Súplica das Ladainhas ao  Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso,  que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na  vertigem da globalização da indiferença.

Com estes votos, asseguro a minha oração por  cada crente e comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal,  enquanto, por minha vez, vos peço que  rezeis por  mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora  vos guarde!

Vaticano, Festa de São Francisco de Assis, 4 de  Outubro de 2014

 

Publicado por: horacionoronha | 15/02/2015

A propósito…

Na homilia de hoje, comentando o Evangelho da cura do leproso e na presença dos novos cardeais, o Papa Francisco mais uma vez e de forma tão bela indica os caminhos que a Igreja deve seguir: incluir e não excluir, sair à procura dos que estão longe, acolher, usar de misericórdia, perdoar, servir… Transcrevo dois parágrafos da homilia que vale a pena ler na totalidade:

O caminho da Igreja é não condenar eternamente ninguém; derramar a misericórdia de Deus sobre todas as pessoas que a pedem com coração sincero; o caminho da Igreja é precisamente sair do próprio recinto para ir à procura dos afastados nas «periferias» essenciais da existência; adotar integralmente a lógica de Deus; seguir o Mestre, que disse: «Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas os que estão doentes. Não foram os justos que Eu vim chamar ao arrependimento, mas os pecadores» (Lc 5, 31-32).

(…)

Amados novos Cardeais, esta é a lógica de Jesus, este é o caminho da Igreja: não só acolher e integrar, com coragem evangélica, aqueles que batem à nossa porta, mas sair, ir à procura, sem preconceitos nem medo, dos afastados revelando-lhes gratuitamente aquilo que gratuitamente recebemos. «Quem diz que permanece em [Cristo], deve caminhar como Ele caminhou» (1 Jo 2, 6). A disponibilidade total para servir os outros é o nosso sinal distintivo, é o nosso único título de honra!

Publicado por: horacionoronha | 11/02/2015

Dia mundial do doente

Tema: Sabedoria do coração. “Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo” (Job 29,15)

Transcrevo uma pequenina passagem do Papa Francisco da sua mensagem para este dia: “O tempo gasto junto do doente é um tempo santo. É louvor a Deus, que nos configura à imagem do seu Filho”. “Às vezes, o nosso mundo esquece o valor especial que tem o tempo gasto à cabeceira do doente, porque, obcecados pela rapidez, pelo frenesim do fazer e do produzir, se esquece da dimensão da gratuitidade, do prestar cuidados, do encarregar-se do outro”.

Publicado por: horacionoronha | 03/02/2015

Francisco sugere uma pausa diária de «pelo menos» 15 minutos

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O Papa Francisco pediu aos fiéis que dediquem pelo menos 15 minutos por dia ao Evangelho e destacou a esperança que vem de Jesus.

“Façam esta oração de contemplação. ‘Mas eu tenho tanto para fazer!’ Pega no Evangelho, em tua casa, 15 minutos, numa pequena passagem, imagina o que aconteceu e fala com Jesus sobre isso”, recomendou, durante a homilia desta manhã, na Missa na capela da Casa de Santa Marta.

Segundo o Papa, é assim que se “faz crescer a esperança”, a “ter otimismo, ser positivo”, porque se tem “o olhar fixo” em Jesus, em vez da “telenovela”, por exemplo.

“O teu ouvido estará fixo nas palavras de Jesus e não tanto nas bisbilhotices do vizinho, da vizinha”, acrescentou.

Publicado por: horacionoronha | 31/01/2015

Nada te perturbe

Nada te perturbe,

Nada te espante,
Tudo passa,
Deus não muda,
A paciência tudo alcança;
Quem a Deus tem
Nada lhe falta:
Só Deus basta.

(Santa Teresa de Ávila)

Publicado por: horacionoronha | 31/01/2015

Ousados e criativos

Somos desafiados a ser “ousados e criativos” na ação pastoral, evitando cair na tentação de: “fez-se sempre assim”. Não para seguir as modas, mas para sermos fiéis à missão de anunciar a Boa Nova de Jesus.

“A pastoral em chave missionária exige o abandono deste cómodo critério pastoral: «fez-se sempre assim». Convido todos a serem ousados e criativos nesta tarefa de repensar os objetivos, as estruturas, o estilo e os métodos evangelizadores das respetivas comunidades. Uma identificação dos fins, sem uma condigna busca comunitária dos meios para os alcançar, está condenada a traduzir-se em mera fantasia. A todos exorto a aplicarem, com generosidade e coragem, as orientações deste documento, sem impedimentos nem receios. Importante é não caminhar sozinho, mas ter sempre em conta os irmãos e, de modo especial, a guia dos Bispos, num discernimento pastoral sábio e realista”. (AE, 33)

Publicado por: horacionoronha | 31/01/2015

VII Encontro Diocesano da Pastoral da Saúde

A Comissão Diocesana da Pastoral da Saúde vai realizar no dia 8 de Fevereiro o VII Encontro Diocesano da Pastoral da Saúde, que terá lugar no auditório da Cúria Diocesana (Praça Teófilo Braga, 14), das 14.30 às 17.30. São convidados os responsáveis pelos núcleos paroquiais, assim como outros elementos que considerem por bem participar.

O tema do Encontro será a Mensagem do Papa Francisco para o dia Mundial do Doente em 2015, com o tema «Sapientia cordis» [sabedoria do coração]. “Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo” (Job 29, 15). Haverá ainda oportunidade para refletir em grupo sobre o trabalho desenvolvido pelos vários núcleos e pela apresentação de propostas e sugestões.

Publicado por: horacionoronha | 31/01/2015

Sínodo da Família

Está em plena preparação o Sínodo Ordinário da Família que se realizará em Outubro deste ano, em Roma. Já estão distribuías as perguntas, chamadas “Lineamenta”, pedindo a participação efetiva de todos os que puderem. Vamos trabalhar esse documento no nosso Conselho Pastoral. Além disso, pede-se aos grupos e pessoas individuais que respondam, pelo menos a uma ou duas das 46 perguntas.

Segue-se a “Nota Pastoral” do Sr. Bispo D. Gilberto sobre este assunto:

 NOTA PASTORAL

     Caros Diocesanos

Vai realizar-se de 4 a 25 de Outubro a XIV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, dedicada ao tema “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”.

Este tema já começou a ser estudado no sínodo extraordinário, em outubro passado.

A nossa Diocese deu o seu parecer para esse Sínodo, respondendo aos questionários dos ‘lineamenta’.

Agradeço a colaboração de todos os que intervieram.

Agora venho de novo pedir a vossa colaboração para este Sínodo de duas formas:

+ rezando pelos bons frutos do Sínodo que aborda um assunto tão importante;

+ convidando os diocesanos a darem a sua opinião devidamente ponderada.

Neste sentido deixo aqui as orientações gerais para facilitar esta participação:

  • qualquer pessoa pode responder a nível individual ou de casal;
  • quanto às paróquias, os senhores padres darão as instruções oportunas;
  • além das paróquias, também os diversos institutos da vida consagrada, bem como os movimentos e obras e outras instâncias eclesiais devem organizar-se para estudar os ‘lineamenta’.

As respostas devem ser enviadas para a Cúria Diocesana até ao dia 28 de Fevereiro.

Os ‘lineamenta’, além de outros lugares, encontram-se na página Web da CEP – Conferência Episcopal Portuguesa – (www.conferenciaepiscopal.pt) em formatos word e pdf

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