Publicado por: horacionoronha | 30/03/2015

Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar

NOTA DA COMISSÃO NACIONAL DE JUSTIÇA E PAZ SOBRE AS PERSEGUIÇÕES AOS CRISTÃOS

Vemos, ouvimos e lemos que em Lahore, no Paquistão, foram mortas 14 pessoas em duas Igrejas Cristãs: Católica e Comunhão Anglicana.

Vemos, ouvimos e lemos que a madre superiora de uma congregação, na Índia, foi violada durante um assalto ao convento onde residia.

Vemos, ouvimos e lemos notícias sobre refugiados cristãos assírios, caldeus e sírios no Líbano.

Vemos, ouvimos e lemos o grito do Patriarca de Antioquia, Ignatius Joseph III Younan, após o sequestro, por parte do Estado Islâmico, na Síria, de 150 cristãos: “Eles não respeitam a vida humana”.

Vemos, ouvimos e lemos que na Nigéria as mulheres e crianças são usadas para ataques suicidas.

Vemos, ouvimos e lemos o assassínio, na Líbia, de 21 trabalhadores cristãos coptas.

Vemos, ouvimos e lemos os relatórios da Ajuda à Igreja que Sofre e damos conta das perseguições aos cristão nos seguintes países: Afeganistão, República Centro-Africana, Egipto, Irão, Iraque, Líbia, Maldivas, Nigéria, Paquistão, Arábia Saudita, Somália, Sudão, Síria, Iémen, Mianmar (a antiga Birmânia), China, Eritreia, Coreia do Norte, Azerbaijão e o Usbequistão.

Vemos, ouvimos e lemos o Papa Francisco afirmar que “O sangue dos nossos irmãos cristãos é um testemunho que clama. Quer sejam católicos, ortodoxos, coptas ou luteranos, não importa: são cristãos! E o sangue é o mesmo. O sangue confessa Cristo.”

Não podemos ignorar os nossos irmãos perseguidos e mortos que cometeram o “pecado” de se assumirem como cristãos. É que “se um membro sofre, todos sofrem com ele”.

Não podemos ignorar, também, os fiéis muçulmanos e de outras religiões que também são vítimas do extremismo fundamentalista.

Não podemos ignorar que o templo de Deus somos nós mesmos e que ao sermos violentados e perseguidos é também o Senhor que Sofre.

Não podemos ignorar o apelo do Papa Francisco para “que esta perseguição contra os cristãos, que o mundo procura esconder, acabe e haja paz”.

A Comissão Nacional de Justiça e Paz apela a todos os cristãos e pessoas de boa vontade para que acompanhem os nossos irmãos que sofrem estes horrores e perseguições e para que não os ignorem. Neste tempo de oração mais intensa em que recordamos a Paixão e Morte de Jesus Cristo, sejamos firmes na Oração, saibamos levar a Esperança a quem dela necessita e pratiquemos a nossa Caridade através do apoio a todos aqueles que, no terreno, estão junto dos violentados e perseguidos. Apelamos às autoridades políticas nacionais e internacionais para que façam tudo o que está ao seu alcance, no quadro da ética e do direito, em ordem a pôr termo a esta situação. À comunicação social apelamos para que não remetam à não notícia estes massacres humanos.

Não podemos ignorar!

Semana Santa em 2015 Comissão Nacional Justiça e Paz http://www.ecclesia.pt/cnjp/

Publicado por: horacionoronha | 29/03/2015

PARÓQUIA DO PRAGAL – Um pouco de história

 Padre Vicente

       P.José Vicente Martins, S.J.

Quando a 10.01.1993 tomei posse do cargo de Pároco do Pragal, vindo da Paróquia de S. João Evangelista, onde estivera desde 03.03.1974, não entrava em terreno completamente desconhecido, por conhecer bem o P.Norberto Martins S.J. que fora meu Companheiro de Noviciado da Companhia de Jesus durante algum tempo.

Como “Comunidade de Fiéis”, a Paróquia de Cristo Rei partia de uma realidade já bastante trabalhada e prometedora, acompanhada por diversos Sacerdotes, que por passaram e por ordem recordamos:

– Pe. José do Carmo Vicente, que foi o pioneiro da reconstrução da “Ermida” totalmente degradada depois de 1910 e finalmente devolvida ao Culto em 1957.

– Pe. Camilo Neves Martins, que alugou na Rua Fernão Lourenço um armazém, para funcionar como “Salas das Torcatas”.

– Pe. Norberto Martins S.J nomeado 1º Pároco em 1976 e que já em 1973 começara a fazer diligências para conseguir um lugar de Culto na Qtª de S. Francisco de Borja, anexa à Igreja Matriz, a Igreja de Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens.

– Pe. José Afonso Marques Pinto S.J.- 2º Pároco do Pragal, nomeado a 23.10.1983 que deu início ao Centro Social Paroquial, instalado na R. da Bela Vista, em lojas cedidas pelo IGAPHE em regime de comodato.

– P.José Vicente Martins S.J. nomeado como o 3º Pároco a 22.11. 1982.

A Paróquia de Cristo Rei do Pragal, com a Igreja Matriz da “Ermida”, começou extraordinariamente pobre em estruturas e equipamentos, com 3 lugares de Culto muito escassos e distantes, embora a cedência da Qtª de S. Francisco de Borja pelo IGAPHE em 1989, tivesse melhorado significativamente a situação quanto aos espaços disponíveis. No entanto, na minha maneira de ver, havia muito que trabalhar, e convencer pessoas responsáveis quanto a tornar possível a acelerar o projecto da divisão da Paróquia, logo que estivessem reunidas condições para isso, assunto que foi apresentado ao Bispo com a força que tinha quando a Paróquia cumpria já os seus 25 anos de existência. Cinco anos depois, quando se completava o 30º aniversário da Paróquia de Cristo Rei – Pragal, estava finalmente criada a Paróquia de S. Francisco Xavier da Caparica, por decreto de D. Gilberto Bispo de Setúbal, datado de 29 de Julho de 2006 na Solenidade dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo, tomando posse da nova Paróquia o seu 1º Pároco a 15 de Outubro desse mesmo ano o P. José Pires S.J.

Podia respirar-se um pouco melhor na Paróquia do Pragal. A dignificação e recuperação da pequena Igreja Matriz impunham-se como primeiríssima preocupação, mas tudo o que nessa altura de concreto se conseguiu após mais de dois anos de diligências para se obter o terreno e a execução da obra, foi o Largo Fronteiro à fachada da Ermida a que se deu o nome de “Largo Armindo dos Santos”, Excelente Autarca Presidente da Junta Pragal e inesquecível amigo que a morte levou cedo.

Com a aprovação da Câmara, estava assim aberto finalmente e em definitivo o caminho para podermos concorrer a um subsídio de apoio à construção. Com o custo orçamentado em 335.000€ + Iva; pedia-se o subsídio de 225.000€, ficando a importância de 110.000€ que a boa vontade de todos ajudaria a conseguir.

Não deixava de pairar uma forte suspeita de a Paróquia estar a ser empurrada para um ciclo infindável de agravamento sucessivo de custos. Foi assim que em desespero de causa, cansados de esperar agarrados a falsas expectativas, desenganados de quem tudo adiava sem ao menos inquirir sobre as reais necessidades vendo os custos a aumentar exageradamente, a Paróquia resolveu enfrentar a obra endividando-se com um empréstimo bancário, prescindindo de subsídios governamentais que melhor fora tivessem sido negados logo à partida.

Mas… que se pretendia fazer (ou melhorar)  no Pragal?

 

  1. Ampliação do interior da Igreja: não em profundidade mas em largura a duplicar o espaço, com um arranjo da Capela – Mor a condizer com o Sacrário e com a Cruz, de maneira que o Sacrário ficasse à vista de toda a Assembleia, atraindo a sua atenção.
  2. Criação de duas Capelas Mortuárias: dispondo de todos os requisitos de higiene, salubridade, iluminação, ventilação e funcionalidade requeridos para o bom desempenho da sua finalidade.
  3. Criação de uma Residência Paroquial: Com hall de entrada, quarto, sala de estar, cozinha e instalações sanitárias.
  4. Criação de uma sala de estar; ao nível do piso da Igreja e outra em nível superior, ambas com superfície bastante desafogada e com sentido de aproveitamento funcional.
  5. Sala-Cave: Aproveitamento do desnível exterior como sala-multiusos para convívio. Festas, etc. com acesso exterior.
  6. Gabinete e Secretaria: ao nível de entrada na Igreja e com casa de banho para acesso público, com acesso exterior.
  7. Escada de acesso ao coro: Escada em caracol a partir do interior da Igreja sem lhe diminuir a capacidade, e ampliado o côro a capacidade da Igreja.

Não foi obra simples. Não foi também a grande solução para o Pragal de hoje, porque não houve a capacidade (30 anos antes) com a preocupação de futuro, quando tudo era possível. Mas foi a obra possível e inadiável nas condições já descritas, tendo-se conseguido um ganho bastante significativo relativamente ao aspecto funcional e ao aproveitamento dos espaços que se criaram.

Não foi também obra barata, para as fracas posses da Paróquia, porque a transformação a fazer era muito grande e necessariamente cara. Mas foi uma obra feita com amor e sacrifício que muitos julgavam impossível,

Concluída a obra no tempo previsto, fez-se a inauguração solene no dia 18 de Outubro de 2005 em cerimónia presidida pelo Sr. Bispo de Setúbal acompanhado por oito Padres Concelebrantes e uma grande assistência que o espaço não conseguiu conter na totalidade, e a presença da Ex.ma Presidente da Câmara de Almada, Presidentes das Juntas de Freguesias de Almada, pessoal da Empresa Construtora (Alves Ribeiro) e muitas outras pessoas gradas do meio.

Nem só o dinheiro era necessário. Quantos anónimos depositaram as suas economias para que tudo ficasse pago como ficou. Valeu a pena? O Coração diz-me que sim! E os amigos que tanto ajudaram com o seu testemunho e o seu dinheiro, dizem-me o mesmo. Ficou tudo feito? Claro que não, porque nada é perfeito. Mas valeu a pena o esforço e até a saúde que por lá foi ficando. O que nesta altura me dá imensa alegria é o Pragal ter sido entregue a quem foi. O Padre Horácio Noronha que na minha invalidez me substituiu, é a pessoa certa para estimular a população do Pragal, a viver em sintonia com o Amor que Deus espera de cada um, aquele Amor que S. Paulo nos diz que não acaba nunca e que está acima de tudo.

Obrigado P, Horácio e que a população do Pragal acompanhe sempre o seu trabalho como acompanhou o meu, de maneira que hoje eu sinta uma Saudade que não sei descrever!

  1. José Vicente Martins S.J.
Publicado por: horacionoronha | 21/03/2015

O terrorismo da fofoca

Na sua visita a Nápoles, o Papa Francisco utilizou uma nova expressão: “o terrorismo da fofoca”.

“A fofoca destrói. As diferenças existem, sim, e isso é cristão,  mas devem ser resolvidas face a face”.

João Francisco Pires nasceu a 15 de agosto de 1923 em Vale de Lamas, freguesia de Baçal, Diocese de Bragança e faleceu a 4 de junho de 1999 na Paróquia de Cristo Rei da Diocese de Setúbal.

Viveu discretamente uma vida de santidade na família, no emprego, na paróquia.

Casado, pai de 3 filhos, avô de 3 netos, a todos deu uma boa educação.

Amigo da esposa Maria José Lopes, dos filhos, dos netos, das crianças, dos pobres, dos doentes…

Rezava muito com a esposa desde o casamento, pedindo a Deus um filho padre e Deus concedeu-lhes essa graça. Foi a primeira Ordenação Sacerdotal da Diocese, Padre António de Luís Pires, na Solenidade da Imaculada Conceição em 8 de Dezembro de 1982.

Atualmente é pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição na Costa de Caparica.

Foi catequista na Paróquia de Cristo Rei desde 1975, deu catequese na antiga Capela das Torcatas e quando a Paróquia se estendeu para os bairros, nas primitivas instalações na Rua do Lago e depois na Quinta de S. Francisco de Borja, atualmente sede da Paróquia de S. Francisco Xavier de Caparica. Quando alguma criança faltava, ia às casas saber ou telefonava. Levou um dos seus catequisados a ser catequista.

Trabalhava em Lisboa nos Correios e no intervalo do almoço evangelizava, dava catequese, às crianças da rua, que juntava à sua volta, ficando muitas vezes sem almoçar porque lhes dava a merenda que levava de casa, muitas vezes já acrescida para distribuir.

A todos cumprimentava e dizia” Deus esteja consigo” ou “ A paz esteja consigo”.

Era o amigo dos pobres, visitava-os, às vezes levava-os a sua casa para lhes dar uma refeição.

Colaborava no apoio fraterno da Paróquia, chamava as famílias carenciadas e dava-lhes o aviado, outras vezes ia levar-lhes a casa.

Uma vez tinha comprado um fato, porque precisava, mas na rua encontrou um homem pobre, levou-o a sua casa, deu-lhe almoço e depois entregou-lhe o seu fato novo e disse à esposa, também muito boa ” Deixa lá, porque aquele senhor está a precisar mais do que eu… “

Era pobre em tudo em favor dos outros, chegou mesmo a vender a sua aliança para ajudar…

Dava sempre uma palavra de esperança aos pobres e uma ajuda a quem necessitava.

Conhecia os problemas das famílias, e não falava deles a outros, mas quando nos grupos ouvia alguém criticar dizia que se averiguassem o que as pessoas estão a passar não falariam assim…Outras vezes ajudava a fazer as pazes, dizendo que quando nos confessamos também temos de pedir perdão.

Tinha uma grande devoção a Nossa Senhora, muitas vezes chegava-se lá a casa e estava a rezar o terço com a esposa. Todas as noites ia depois do jantar à Capela das Torcatas rezar o terço e fazer adoração diante do Santíssimo ou sozinho ou com alguém que convidava, sobretudo com o Sr. Luís, para quem foi um marco espiritual, assim como para muita gente. Falava do amor de Deus e do amor aos outros, era grande o seu amor à Igreja. Os dois encarregaram-se da limpeza da capela. Depois de reformado ia também todas as manhãs rezar diante de Jesus no Sacrário.

Aos domingos depois da missa de manhã na Paróquia, ia à tarde ao Santuário de Cristo Rei, preparava o altar para a Eucaristia e ajudava como leitor e acólito.

Preocupava-se com os doentes, visitava-os várias vezes, informava outras pessoas para que os visitassem. Em 1983 foi o primeiro a ser instituído ministro extraordinário da comunhão na paróquia, cargo que exerceu sempre com muito zelo, levando a comunhão a muitos doentes e a alguns mais que uma vez por semana. Um dia a pedido do pároco Padre Norberto Martins batizou um doente em casa e deu-lhe Jesus como viático.

No final quando por causa da doença, já não podia sair, recebia diariamente a comunhão em casa com muita gratidão a Jesus. Nunca se queixava que estava mal, dizia” Estamos como Deus quer”. No dia do Corpo de Deus fez um esforço por ir à Igreja, foi a sua última comunhão na Missa. Agora no céu continua a interceder por nós, ele que aqui na terra por todos rezava.

Publicado por: horacionoronha | 14/03/2015

Hino de Completas, na Quaresma

Se me envolve a noite escura

E caminho sobre abismos de amargura,
Nada temo porque a Luz está comigo.

Se me colhe a tempestade
E Jesus vai a dormir na minha barca,
Nada temo porque a Paz está comigo.

Se me perco no deserto
E de sede me consumo e desfaleço,
Nada temo porque a Fonte está comigo.

Se os descrentes me insultarem
E se os ímpios mortalmente me odiarem,
Nada temo porque a Vida está comigo.

Se os amigos me deixarem
Em caminhos de miséria e orfandade,
Nada temo porque o Pai está comigo.

Se me envolve a noite escura
E caminho sobre abismos de amargura,
Nada temo porque a Luz está comigo.

Publicado por: horacionoronha | 13/03/2015

Papa Francisco denuncia o pecado do salário injusto

O Papa Francisco voltou a sublinhar a centralidade dos pobres na vida da Igreja Católica e denunciou o “pecado mortal” do salário injusto para quem trabalha.

“O que mais me indigna é o salário injusto, porque alguém enriquece à custa da dignidade que não dá à pessoa”, confessa, em entrevista à televisão mexicana ‘Televisa’, divulgada esta manhã.

“É pecado! Seja feito por um rico, por alguém da classe média ou por um pobre, é pecado. Temos de denunciar estas coisas”, assinalou.

O pontífice argentino sublinha que o próprio Jesus Cristo coloca os pobres “no centro” da sua mensagem, elogiando a “sabedoria, a dignidade do trabalho”.

Como fizera numa anterior entrevista ao jornal italiano ‘Il Messaggero’, o Papa rejeita o rótulo de ‘marxista’, afirmando que “a bandeira da pobreza é cristã” e que os comunistas a “roubaram” porque a Igreja a tinha colocado “no museu”.

Publicado por: horacionoronha | 13/03/2015

Segundo aniversário da eleição do Papa Francisco

Vatican Pope

Faz hoje dois anos que o Papa Francisco foi eleito, para suceder a Bento XVI.

As suas palavras e os seus gestos surpreenderam muitos e têm sido motivo de alegria para quase todos.

Jorge Mario Bergoglio, de 78 anos de idade, foi eleito como sucessor de Bento XVI a 13 de março de 2013, após a renúncia do agora Papa emérito. Francisco é o primeiro Papa jesuíta na história da Igreja e o primeiro pontífice sul-americano. Em 24 meses, o Papa argentino visitou o Brasil, a Terra Santa, a Coreia do Sul, a Albânia, a Turquia, o Sri Lanka, as Filipinas e a cidade francesa de Estrasburgo, onde passou pelo Parlamento Europeu e o Conselho da Europa. Entre os principais documentos do atual pontificado estão a encíclica ‘Lumen Fidei’ (A luz da Fé), que recolhe reflexões de Bento XVI, e a exortação apostólica ‘Evangelii Gaudium’ (A alegria do Evangelho). Francisco iniciou ainda um Sínodo sobre a Família, em duas sessões, com consultas alargadas às comunidades católicas: uma extraordinária realizada em outubro deste ano, e outra ordinária, que vai decorrer este ano, de 4 a 25 de outubro.

Igreja diocesana de Setúbal prepara 40 horas consecutivas de adoração e reconciliação 
Para ver VIDEO ir para:
“Participa na Adoração Eucarística que vai unir a Diocese, durante 40 horas.
Sairemos da Adoração de Jesus
 capazes de realizar gestos de ajuda fraterna 
que revelem o amor de Deus a nossos irmãos.” D. Gilberto ds Reis
Na Vigararia de Almada faz-se na Igreja do Feijó
a Paróquia de Cristo Rei – Pragal tem o tempo das 14h às 22h de 6ª f dia 13 de março
 
Publicado por: horacionoronha | 09/03/2015

IRS Solidário

Não lhe custa nada e ajuda muitas pessoas carenciadas.

Duas Instituições, com as quais temos uma relação privilegiada, solicitaram o nosso gesto solidário:

O Centro Paroquial da Paróquia de S. Francisco Xavier, com o qual temos uma relação histórica, e a Cáritas Diocesana, que muito tem ajudado as famílias carenciadas da nossa Paróquia.

Cada pessoa decidirá para qual delas quer enviar o seu contributo.

Preencha o quadro 901, campo 9, anexo H, com um dos seguintes números:

– Centro Paroquial: 501 723 374

– Cáritas Diocesana de Setúbal: 500 291 756

Publicado por: horacionoronha | 07/03/2015

Dia Internacional da Mulher

Mulher

Neste “Dia Internacional da Mulher” recordo as palavras do Papa Francisco na Exortação Apostólica “A Alegria do Evangelho”, onde reconhece “a indispensável contribuição da mulher na sociedade”, porque «o génio feminino é necessário em todas as expressões da vida social, (…) no âmbito do trabalho» e nos vários lugares onde se tomam as decisões importantes, tanto na Igreja como nas estruturas sociais”.

“A Igreja reconhece a indispensável contribuição da mulher na sociedade, com uma sensibilidade, uma intuição e certas capacidades peculiares, que habitualmente são mais próprias das mulheres que dos homens. Por exemplo, a especial solicitude feminina pelos outros, que se exprime de modo particular, mas não exclusivamente, na maternidade. Vejo, com prazer, como muitas mulheres partilham responsabilidades pastorais juntamente com os sacerdotes, contribuem para o acompanhamento de pessoas, famílias ou grupos e prestam novas contribuições para a reflexão teológica. Mas ainda é preciso ampliar os espaços para uma presença feminina mais incisiva na Igreja. Porque «o génio feminino é necessário em todas as expressões da vida social; por isso deve ser garantida a presença das mulheres também no âmbito do trabalho» e nos vários lugares onde se tomam as decisões importantes, tanto na Igreja como nas estruturas sociais”. (AE 103)

Older Posts »

Categorias

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.