Publicado por: Horácio Noronha | 07/03/2015

Dia Internacional da Mulher

Mulher

Neste “Dia Internacional da Mulher” recordo as palavras do Papa Francisco na Exortação Apostólica “A Alegria do Evangelho”, onde reconhece “a indispensável contribuição da mulher na sociedade”, porque «o génio feminino é necessário em todas as expressões da vida social, (…) no âmbito do trabalho» e nos vários lugares onde se tomam as decisões importantes, tanto na Igreja como nas estruturas sociais”.

“A Igreja reconhece a indispensável contribuição da mulher na sociedade, com uma sensibilidade, uma intuição e certas capacidades peculiares, que habitualmente são mais próprias das mulheres que dos homens. Por exemplo, a especial solicitude feminina pelos outros, que se exprime de modo particular, mas não exclusivamente, na maternidade. Vejo, com prazer, como muitas mulheres partilham responsabilidades pastorais juntamente com os sacerdotes, contribuem para o acompanhamento de pessoas, famílias ou grupos e prestam novas contribuições para a reflexão teológica. Mas ainda é preciso ampliar os espaços para uma presença feminina mais incisiva na Igreja. Porque «o génio feminino é necessário em todas as expressões da vida social; por isso deve ser garantida a presença das mulheres também no âmbito do trabalho» e nos vários lugares onde se tomam as decisões importantes, tanto na Igreja como nas estruturas sociais”. (AE 103)


Responses

  1. Neste Dia Internacional da Mulher, em que se valoriza, enaltece e motiva a presença feminina nos vários sectores profissionais da sociedade, uma saudação muito especial para todas aquelas mulheres normalmente esquecidas neste dia, que têm a coragem e a fortaleza cristã de se dedicarem exclusivamente à família, à educação dos filhos, e às preciosas tarefas domésticas, sem receio de serem discriminadas e marginalizadas por um contexto social actual completamente adverso a tal procedimento feminino.

    Partilho estas palavras verdadeiramente inspiradas e sábias de São João Paulo II:

    “a Igreja pode e deve ajudar a sociedade actual pedindo insistentemente que seja reconhecido por todos e honrado no seu insubstituível valor o trabalho da mulher em casa. (…) Se há que reconhecer às mulheres, como aos homens, o direito de ascender às diversas tarefas públicas, a sociedade deve estruturar-se, contudo, de maneira tal que as esposas e as mães não sejam de facto constrangidas a trabalhar fora de casa e que a família possa dignamente viver e prosperar, mesmo quando elas se dedicam totalmente ao lar próprio.
    Deve além disso superar-se a mentalidade segundo a qual a honra da mulher deriva mais do trabalho externo do que da actividade familiar. Mas isto exige que se estime e se ame verdadeiramente a mulher com todo o respeito pela sua dignidade pessoal, e que a sociedade crie e desenvolva as devidas condições para o trabalho doméstico.”

    (João Paulo II, Familiaris Consortio, 23)


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